<MENSAJES>
	<ITEM NO="6533">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Bromas musicales]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Jose Mario Carrer" [opticasalta@arnet.com.ar]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:08]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Estimado Juan: ¿Puedo agregar una muy particular? "Si el problema de la 
Pasión Según San Mateo de Bach es la velocidad ¿porqué no le pedimos a 
Michael Schumacher que dirija una?" Cordialmente. José Mario Carrer.


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6534">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Bromas musicales]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Jose Manuel" [josembaena@teleline.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:10]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Según un alumno aventajado de 2º de ESO:

El oboe procede de la chirimoya soprano

¿Forma de la sonata? La sotana tiene forma larga, negra y con votones (sí 
con uve)

No sigo que me deprimo

Saludos

  José Manuel


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6535">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Cantatas de Bach]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Alberto Cobo" [acbo@wanadoo.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:12]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
De: Jose Manuel

 > Hace algunos meses se trató el tema de las cantatas de Bach, y (mea culpa)
 > no guardé convenientemente las numeraciones aportadas.
 > ¿Serían tan amables de remitírmelas al correo privado o la lista? (tal vez
 > le interese a alguien más)

  ¡Jose Manuel, que hay que guardar lo interesante! :-)

aquí va lo pillé:
(con el permiso de los listeros autores)

Saludos,

Alberto Cobo

===================================

J. S. BACH
textos de bach en internet:
http://www.uvm.edu/~classics/faculty/bach/



Lista das cantatas seculares/profanas

BWV 30a - Angenehmes Wiederau
BWV 36a - Steigt freudig in die Luft
BWV 36b - Die Freude reget sich
BWV 36c - Schwingt freudig euch empor
BWV 66a - Der Himmel dacht auf Anhalts Ruhm und
Glueck, serenata
BWV 134a - Die Zeit, die Tag und Jahre macht
BWV 173a - Durchlauchtster Leopold
BWV 201 - Geschwinde, ihr wirbelnden Winde
BWV 202 - Weichet nur, betruebte Schatten
BWV 203 - Amore traditore
BWV 204 - Ich bin in mir vergnügt
BWV 205 - Zerreißet, zersprenget
BWV 206 - Schleicht, spielende Wellen
BWV 207 - Vereinigte Zwietracht der wechselnden Saiten

BWV 207a - Auf, schmetternde Toene
BWV 208 - Was mir behagt, ist nur die muntre Jagd!
BWV 208a - Was mir behagt, ist nur die muntre Jagd!
BWV 209 - Non sa che sia dolore
BWV 210 - O holder Tag, erwuenschte Zeit
BWV 211 - Schweigt stille, plaudert nicht
BWV 212 - Mer hahn en neue Oberkeet
BWV 213 - Laßt uns sorgen, laßt uns wachen (Hercules
auf dem Scheidewege)
BWV 214 - Tönet, ihr Pauken! Erschallet Trompeten!
BWV 215 - Preise dein Glücke, gesegnetes Sachsen
BWV 216 - Vergnuegte Pleissenstadt (incompleta)

Cantatas de autoria "duvidosa"

BWV 217 - Gedenke, Herr, wie es uns gehet
BWV 218 - Gott der Hoffnung erfuelle euch
BWV 219 - Siehe, es hat ueberwunden der Loewe
BWV 220 - Lobt ihn mit Herz und Munde
BWV 221 - Wer sucht die Pracht, wer wuenscht den Glanz

BWV 222 - Mein Odem ist schwach
BWV 223 - Meine Seele soll Gott loben (perdida)
BWV 224 - Reisst euch los, bedraengte Sinnen
(fragmento)

"The New Grove Bach Family", edição de
Christopher Wolff (W. W. Norton Co.1997), e "The
Bach-Werke-Verzeichnis - Thematic-Systematic Listing
of the Works of J.S. Bach", de Wolfgang
Schmieder(Univ. de Chicago).


A 36a encontra-se perdida, restando apenas o libreto
de Picander. Teoricamente, a partitura da 36c
adapta-se ao texto, mas nunca a ouvi. A 36c está
gravada, pelo menos, por Reinard Goebel e a Música
Antiga de Colónia (nesta gravação, Reinard Goebel
inclui, entre as cantatas seculares, o Quodlibet BWV
524; o mesmo faz Helmuth Rilling para a Hanssler).

A BWV 66c também se perdeu, restando apenas o libreto
de Hunold. Terá sido composta para o aniversário do
Príncipe Leopoldo da Saxónia.

Da 208a, além do nome, "Was mir behagt, ist nur die
muntre Jagd!", que é igual ao da 208, não tenho
nenhuma outra informação.

A BWV 216 é uma cantata de casamento (matrimónio) e
encontra-se incompleta. O libreto será de Picander.

Além destas cantatas, tenho ainda uma relação de obras
"duvidosas", não se podendo atribuir a autoria a Bach.
São cantatas que, de acordo com as referências, vão do
BWV 217 a 224. Destas, em princípio, as BWV 218 e 219
serão de Telemann; as BWV 222, 223 e 224 poderão ser
de Johann Ernst Bach, mantendo-se as restantes três
cantatas de "autor desconhecido".


Quanto a cantatas seculares, Gustav Leonhardt
permanece o meu preferido. Gosto muito da sua
claridade, da luz que imprime à sua leitura, do modo
como tudo fica inteligível. Na Philips tem várias
cantatas gravadas (sacras também, além da integral que
fez com Harnoncourt, na Teldec).

Na Philips, Leonhardt tem a BWV 205 "A Pacificação de
Aeolus"/"Der zufriedengestellte Aeolus", escrita em
homenagem a August Muller, professor de Botânica de
Leipzig (e mais tarde revista numa homenagem a Augusto
III? da Polónia). Há também a Cantata BWV 214 "Tönet,
ihr Pauken,Erschallet Trompeten!" (onde se pode
escutar a estrutura de entrada desse fabuloso edifício
que é o Oratório de Natal). Uma e a outra - a 205 e a
214 - encontram-se no mesmo disco.

Além da Cantata do Café BWV 211 e da BWV 213, de que
falei no mail anterior, Leonhardt tem ainda na Philips
as cantatas 201, 208 e 215.

A BWV 201, a par da BWV 205, constitui-se como a mais
próxima do modelo "dramma per musica", inspirando-se
no confronto entre Pheobus e Pan (além de Leonhardt,
Reinard Goebel e a Música Antiga de Colónia têm uma
excelente interpretação na Archiv/DG; também René
Jacobs, na Harmonia Mundi, num duplo CD que reúne as
duas).

A BWV 208, também conhecida como Cantata da Caça, foi
composta em homenagem ao príncipe da Saxónia. A
Sinfonia inspira-se no primeiro Concerto
Brandeburguês. A BWV 215 é muito interessante: pode
encontrar-se aqui uma primeira abordagem de sequências
da Missa em Si(sobretudo do Hossana).

Da 202, "Weichet nur, betruebte Schatten", que
constitui com a 210 e a 51, pelo menos, um grupo de
cantatas de casamento, há três gravações de que gosto
muito: pela Música Antiga de Colónia, com Reinard
Goebel e o soprano Christine Shafer (Archiv/DG); por
Ton Koopman e Lisa Larson (se não me engano) e por
Monica Huggett e Nancy Argenta (creio que esta edição
é da Virgin, mas não posso garantir).

Da BWV 211 e 212 - também conhecidas por cantatas do
Café e dos Camponeses - além de Ton Koopman, na
integral da Erato, conheço ainda as gravações de
Nikolaus Harnoncourt (Teldec) e de Christoph Hogwood
com o soprano Emma Kirkby (L'Oiseau Lyre). Gosto muito
de qualquer uma delas por motivos diferentes.

Karl Richter, Helmut Rilling e Peter Schreier também
têm interpretações de várias cantatas profanas. No
entanto, à parte Karl Richter, que por vezes me
emociona bastante, não consigo sentir-me
particularmente interessada pelas outras leituras.



Hola María:
Solo quiero hacer algunas puntualizaciones a tu lista....

 >Da 208a, além do nome, "Was mir behagt, ist nur die
 >muntre Jagd!", que é igual ao da 208, não tenho
 >nenhuma outra informação.

Esta, es la 208 con ligeros retoques, ejecutada en Leipzig en 1.740 ó 1.742
para celebrar la onomástica del Elector Friedrich August II de Sajonia

 >Lista das cantatas seculares/profanas
 >
 >BWV 30a - Angenehmes Wiederau
 >BWV 36a - Steigt freudig in die Luft
 >BWV 36b - Die Freude reget sich
 >BWV 36c - Schwingt freudig euch empor
 >BWV 66a - Der Himmel dacht auf Anhalts Ruhm und
 >Glueck, serenata
 >BWV 134a - Die Zeit, die Tag und Jahre macht
 >BWV 173a - Durchlauchtster Leopold
 >BWV 201 - Geschwinde, ihr wirbelnden Winde
 >BWV 202 - Weichet nur, betruebte Schatten
 >BWV 203 - Amore traditore
 >BWV 204 - Ich bin in mir vergnügt
 >BWV 205 - Zerreißet, zersprenget
 >BWV 206 - Schleicht, spielende Wellen
 >BWV 207 - Vereinigte Zwietracht der wechselnden Saiten
 >
 >BWV 207a - Auf, schmetternde Toene
 >BWV 208 - Was mir behagt, ist nur die muntre Jagd!
 >BWV 208a - Was mir behagt, ist nur die muntre Jagd!
 >BWV 209 - Non sa che sia dolore
 >BWV 210 - O holder Tag, erwuenschte Zeit
 >BWV 211 - Schweigt stille, plaudert nicht
 >BWV 212 - Mer hahn en neue Oberkeet
 >BWV 213 - Laßt uns sorgen, laßt uns wachen (Hercules
 >auf dem Scheidewege)
 >BWV 214 - Tönet, ihr Pauken! Erschallet Trompeten!
 >BWV 215 - Preise dein Glücke, gesegnetes Sachsen
 >BWV 216 - Vergnuegte Pleissenstadt (incompleta)

Te falta la  205a  con nuevo texto de Picander para celebrar la coronación
del Elector de Sajonia, Friedrich August
(el mismo para quien celebra la 208a en su onomástica)
Las 205 y 209 son al parecer  muy dudosas.

Aún con todo no parece posible llegar a ...."conservamos 27 e información
precisa sobre otras 16 sin partituras" de
Xoan Carreira, teniendo en cuenta además de que las 36a y 66c solo se
conserva el libreto.

Saludos, Alberto

Según el volumen "J. S. Bach" de la serie "Oxford Composers Companion",
(1999), editado por Malcolm Boyd, las cantatas profanas de Juan Sebastian
Bach sobre cuya autoría no caben dudas en estos momentos, son las siguientes
(entre paréntesis pongo el libretista y la fecha de interpretación):


21 CANTATAS COMPLETAS (Autógrafos en la Staatsbibliothek de Berlín, salvo la
BWV 134a ciuyo autógrafo está en la Bibliothèque Nationale de París).

BWV 30a (Picander, 28.09.1737)
BWV 36c (Abril-junio de 1725)
BWV 134a (Hunold, 1.01.1719)
BWV 173a (10.12.1720 ó 1722)
BWV 198 (Gottsched, 17.10.1727)
BWV 201 (Picander, otoño de 1729)
BWV 202 (Antes de 1730)
BWV 203 (Antes de 1723)
BWV 204 (1726/27)
BWV 205 (Picander, 3.08.1725)
BWV 206 (7.10.1736)
BWV 207 (11.12.1726)
BWV 207a (3.08.1735)
BWV 208 (Franck, 13.02.1713 o 1716)
BWV 209 (después de 1729)
BWV 210 (1738-1746)
BWV 211 (Picander, ca.1734)
BWV 212 (Picander (30.08.1742)
BWv 213 (Picander, 5.09.1733)
BWV 214 (8.12.1733)
BWV 215 (Clauder, 5.10.1734)

3 CANTATAS INCOMPLETAS (Autógrafos en la Staatsbibliothek de Berlín)

BWV 36b (1735)
BWV 210a (12.01.1729)
BWV 216 (Picander, 5.02.1728)

Por lo que veo, cuando escribí mi mensaje anterior, conté mal :-)

23 CANTATAS PERDIDAS

BWV 36a (Picander, 30.11.1726)
BWV 66a (Hunold, 10.12.1718)
BWV 184a (10.12.1720 ó 21.01.1721)
BWV 193a (Picander, 3.08.1727)
BWV 194a (antes de 11.1723)
BWV 205a (19.02.1734)
BWV 216a (después de 1728)
BWV 249 (Picander, 23.02.1725)
BWV 249b (Picander, 25.08.1726)
Anh I 5 (Hunold, 10.12.1718)
Anh I 6 (Hunold, 1.01.1720)
Anh I 7 (10.12.1720)
Anh I 8 (1.01.1723)
Anh I 9 (Haupt, 12.05.1727)
Anh I 10 (Picander, 25.08.1731)
Anh I 11 (Picander, 3.08.1732)
Anh I 12 (Picander, 3.08.1733)
Anh I 13 (Gottsched, 28.04.1738)
Anh I 18 (Winckler, 5.06.1732)
Anh I 19 (Landvoigt, 21.11.1734)
Anh I 20 (9.08.1723)
Anh I 194 (9.08.1722)
Anh I 196 (Gottsched, 27.11.1725)

========================================

PARTITURAS EN INTERNET

    En la website: HTTP://WWW.BACHDIGITAL.ORG participan el Archivo de Bach,
la Universidad de Leipzig, la Biblioteca Británica, la Biblioteca Nacional
de Sajonia, la Biblioteca de la Universidad de Dresden, la Universidad de
Jena y la Academia Internacional de Bach en Stuttgart.


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6536">
		<ASUNTO><![CDATA[ Esqueletos copulando]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Alberto Herrero" [a.herrero7@wanadoo.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:12]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Parece que algun listero esta de acuerdo con la graciosa y desafortunada 
ecuacion <clave=esqueletos copulando sobre un tejado de hojalata>. Y se me 
ocurre pensar, (olvidemos a Bach por el momento), ¿que ocurre con el resto 
de la musica barroca escrita para clave? Por citar solo un ejemplo, los 
maravillosos <ordres> de Francois Couperin Le Grand...,  ¿ escuchan estas 
piezas en version de piano? ¿es que existe semejante barbaridad?, o no las 
escuchan en absoluto por tratarse del clave..., en este caso, no saben lo 
que se pierden!!   :-)

Saludos
Alberto


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6537">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Informacion sobre Ravel]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Marianela Santurio [santurio@optonline.net]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:14]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Muy querida Delia:

Con todo mi respeto te contesto lo de Ravel:
La musica de Ravel, exquisita, es mejor escucharla que leerla.
Te lo digo yo con mucha experiencia.

Que te sea leve,
Marianela


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6538">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Intérprete o traductor?]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Juan C. Marin M." [jcmarin@arnet.com.ar]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:16]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Marianela opina:

"El que pregunta si la musica es un lenguaje o no!" "Si no es un lenguaje, 
que es?"

desde el punto de vista semántico es reconocido como un "lenguaje 
secundario" (Iuri Lotman) a diferencia de a) las lenguas naturales; b) las 
lenguas artificiales (leng. científico, convencionales, morse, señales de 
carretera etc.) aquéllos son estructura de comunicación que se superponen 
al nivel de la lengua natural( el arte, el mito, la religión)

"Por que hay que 'aprender a leerla' si no es un lenguaje?"

Aparentemente son homologables, porque el acto de leer se realiza con la 
vista, pero la interpretación de una lectura escrita es muy distinta a la 
musical.

"Con que proposito vas a un concierto?"

Las razones de asistencia a un concierto son múltiples. Decía un francés 
(perdona pero se me escapa  el nombre, estoy casi seguro que en esta 
fabulosa lista alguien lo recordará)) "Lo que mas me gusta de los 
conciertos son las chicas bonitas"). El oboísta, muy a pesar suyo, atenderá 
al óboe, el pianista aguardará a que se presente un ansiado pasaje de 
"bravura" etc. etc. Mejor ni imaginar lo que pasa por la mente de un 
Diretor de Orq.  Conozco a mas de uno que irá para lucir su nueva 
indumentaria. Algunos sentirán que les aprietan los zapatos, o sufrirán 
(como lo hemos notado en esta lista en "Aplausos") por el comportamiento de 
otros; cosa que le impide disfrutar la obra."

"No es a disfrutar?"

También se disfruta un paisaje, un helado de frambuesas, el recuerdo de un 
viaje, las vacaciones y no son lenguajes.

"No vas para aprender a deleitar tus sentidos, para educar tu mente?"

El único sentido al que debería apelar la música es el de oído, por lo 
menos te aseguro que es lo que yo deseo como intérprete, y procuro 
conseguir como oyente.

La musica se aprende de oido. Tambien otros idiomas.

También se puede afirmar que el idioma lituano y en especial el finlandés 
me gustan oírlos, lastimosamente no entiendo ni una palabra

La musica exita, apacigua,alborota, calma,irrita, ofende, explica...

No estoy muy seguro que ofenda, pero si estoy seguro que no explica nada 
concreto, ya que es el arte de carácter mas connotativo de todos .El  Himno 
Alemán puede emocionar hasta las lágrimas a los alemanes pero producir odio 
en los judíos, pero por razones totalmente extramusicales

Tambien las palabras.

También

Suerte !


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6539">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] La musica barroca practica o espiritu?]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Álvaro [alvin@usuarios.retecal.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:16]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Enrique Velasco:

 > Me informa un muy documentado listero (Álvaro) de que en Salamanca sí hay
 > una escuela de música antigua, la única de España, en la que él estudia.

Estooo, gracias Enrique, pero no es que esté muy documentado, es que me cae 
cerquita de casa :-) No, desgraciadamente yo no estudio en la Academia de 
Música Antigua... pero ya me gustaría!!! Ahí sólo van los buenos ;-) Y los 
Cursos de Daroca son sssssúperrrr recomendables, eso sí lo sé. Por cierto 
María, hay oboe barroco, y la profesora es la estupendísima Renate 
Hildebrand, que toca divinamente.

Saludos.
Álvaro


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6540">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] MCLista - sobre su funcionamiento]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Jose Miguel "González" [jmgaguilera@yahoo.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:18]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
--- juan luis martín gonzález escribió:

 > Perdona, José Miguel, pero ¿tal vez "asimilas" anarquía a
 > falta de respeto hacia los demás? El respeto hacia los demás
 > lo debemos tener siempre, y la anarquía es algo más que
 > el "cada uno a su bola".

Según la segunda acepción del Diccionario de la Real Academia de la Lengua 
anarquía es (sic) 'Desorden, confusión, por ausencia o flaqueza de la 
autoridad pública'. La tercera acepción indica (sic) 'por extensión, 
desconcierto, incoherencia, barullo'. Más o menos es lo que quería decir.

Un afectuoso saludo.
José Miguel González


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6541">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Ni Halffter ni De Pablo: España Cañi!]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Alberto Cobo" [acbo@wanadoo.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:18]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Hombre "milikito" componiendo en E.E.U.U. ! Leí hace tiempo una entrevista 
en la que decía que su frustración era no haber sido pianista, aunque hemos 
visto a casi toda su familia dar recitales en Televisión :p)

He escuchado algo el disco de Miliqui y está divertido :-)

Saludos,

Alberto Cobo


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6543">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Pasion segun San Mateo]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Pablo Varela" [pablov73@adinet.com.uy]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:20]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
----- Original Message -----
From: Enrique Velasco <bellerofonte27@hotmail.com>

 > A Pablo Varela:
 >
 > Siento contradecirle, pero el director fundador de la Academy of Ancient
 > Music fue Christopher Hogwood. Jaap Schoeder intervino en algunas
 > grabaciones (los conciertos para violín de J.S. Bach o las sinfonías de
 > Haydn) como violinista, pero la dirección siempre corrió a cargo de
 > Hogwood. En los últimos años Andrew Manze ha ejercido de coodirector.

Sepa usted disculpar la impresicion, sucede que en los discos con las 
primeras sinfonias de Mozat (Early Symphonies) Jaap Schroeder aparece 
acotado como director y Christopher Hodwoog al clave. La grabacion es del 
año 1982.

La autentica verdad es que no he leido demasiado sobre la historia de esta 
orquesta que es por lejos la que mas me agrada, si algun dia llego a ser 
convencido de una postura historicista sera gracias a esta orquesta.


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6542">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Pasion segun San Mateo]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Jose Mario Carrer" [opticasalta@arnet.com.ar]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:20]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Estimado Xoan: La Pasión de Richter a la que yo me refería es la que el 
notable director alemán grabara entre los meses de junio a agosto de 1958 
con Ernst Haefliger (tenor-Evangelista y Arias), Kieth Engen (bajo-Jesús), 
Antonie Fahberg (soprano-Magdalena), Max Proebstl (bajo-Judas, Pedro, 
Pilatos), Irmgard Seefried (soprano-arias), HertaTöpper (contralto-arias), 
Dietrich Fischer-Diskau (bajo-arias), Coro y Orquesta Bach de Munich. Por 
tanto no es la que grabó con Mathis, Baker, Schreier y Fischer-Diskau con 
similar coro y orquesta. En relación a la primera es la misma que escuché 
en vivo dos veces en mi país y la que presentó  la National Chorale que 
dirige el ilustre Martin Jossman en  la Avery Fischer Hall del Lincoln 
Center de Nueva York. Cordialmente. José Mario Carrer.


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6544">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Reflexiones]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Marianela Santurio [santurio@optonline.net]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:22]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Señor MAnuel;

No tengo por costumbre sentir y escribir de situaciones por las cuales he 
sentido ciertas emociones sin antes haber profundizado el porque de la 
situacion. Tengo suficiente experiencia para saber lo que es un resultado 
funcionaral. Cuando hay opresion, el espitiru no puede comunicarse 
libremente. OJO, no estoy hablando de la creatividad. Estoy refiriendome a 
la comunicaacion. A la transmision de sentimientos humanos, DE CONTACTO 
ESPIRITUAL, de lo que 'se supone' que transmite la musica, el arte, etc.

Y ESA ORQUESTA NO LO TENIA, NO LO TRANSMITIO.

Firme en mis ideas,
Marianela


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6545">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Furtwängler]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Antonio Spiller" [triospiller@freenet.de]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:24]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Marianela,

me alegro si compartes ese "concepto"(?). En el ser músico hay muchos 
aspectos a tomar en cuenta, entre ellos es por qué, para quién. Yo decidí 
que hacer música será mi profesión, y lo decidí porque al hacer música no 
solo me siento bien yo, sino que doy algo al que me oye. Tenemos una 
profesión que exige mucho de nosotros, pero también nos da muchas 
posibilidades de dar y así compartir. Tenemos creo yo, que aprender a 
separar muy bien el aspecto "profesional", material, del aspecto humano. 
Alguna vez dimos conciertos donde nos dimos cuenta que "algo pasó".Uno se 
siente de una manera muy especial después, y no es la satisfacción 
corriente luego de un concierto, sino ese bienestar del intercambio entre 
almas si se puede decir así. No se me ocurre una descripción mejor.Lo veo 
en todo caso como un camino largo con pocos lugares de reposo.

Saludos,
Antonio Spiller
<http://www.spiller-trio.onlinehome.de>http://www.spiller-trio.onlinehome.de


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6546">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Informaciones sobre Ravel]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Antonio Spiller" [triospiller@freenet.de]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 16:59:24]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Hola, existe un libro escrito por Roland-Manuel, título: Ravel, traducido 
del francés, editado por RICORDI AMERICANA.1952 Un libro muy importante es 
el de Marguerite Long: au piano avec Maurice Ravel. Quizás el más 
importante sobre Ravel.

Saludos,
Antonio Spiller
<http://www.spiller-trio.onlinehome.de>http://www.spiller-trio.onlinehome.de


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6547">
		<ASUNTO><![CDATA[ Vinilo vs. CD]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Pablo Sanchez Quinteiro [psanquin@lugo.usc.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:00:26]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
No es una polémica nueva; probablemente ya ha sido debatida más de una vez 
en la lista, pero no puedo evitar volver sobre ella. Me explico, este 
mediodía comparé con un amigo las versiones en vinilo y en CD de las mismas 
grabaciones. Aunque todas ellas eran de grupos pop las diferencias de 
sonido eran abismales. En todos los casos el sonido del vinilo era 
muchísimo más nítido y cristalino. Matices que en el CD resultaban 
inapreciables, al escuchar la misma grabación en vinilo salían a la luz.

Me imagino que más de uno habrá hecho la misma comparación con grabaciones 
clásicas, ¿cuál ha sido el resultado?

Yo hasta ahora había visto esta polémica como un pequeño pataleo de los 
nostálgicos del disco pero ahora me doy cuenta de lo equivocado que estaba.

Saludos,

Pablo


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6548">
		<ASUNTO><![CDATA[ Velocidades en la Pasion segun San mateo]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Enrique Velasco" [bellerofonte27@hotmail.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:42]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[

A José Mario Carrer:

No, no es un problema de velocidad; es un problema de concepción y de 
compresión musical. Pero estoy de acerdo con usted: Schumacher dirigiría la 
Pasión según San Mateo bastante mejor que Richter, Karajan o Kemplerer.

Enrique Velasco


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6549">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Intérprete o traductor?]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Juan Krakenberger" [kraviol@teleline.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:42]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Lo que Pedro Galindo acota sobre música como lenguaje es muy interesante 
pero si bien cabe dentro de nuestra estructura occidental - lenguas 
compuestas por palabras que a su vez lo son de letras - lo mismo no se 
puede decir de muchas culturas orientales, donde la cosa se complica 
bastante, ya sea en aquellas lenguas formadas por pictogramas, ya sea en 
otras donde la fonética juega un rol muy importante. Y - coincidencia o no 
- los orientales hacen un uso muy distinto de su música, visto como 
lenguaje. Toda su música se halla vinculada con algo de la naturaleza, y 
sirve para describir sus sentimientos, sensaciones, ante o con los 
fenómenos naturales.

Yo creo que de eso algo podriamos aprender. Doy el ejemplo más sencillo: 
Cualquier occidental puede distinguir una música en menor - que llamará 
triste o por lo menos serena - de una música en mayor que llamará alegre, o 
positiva. Si eso es así, se podrá hilar más fino y distinguir estados de 
ánimo más variados. Creo que es en éste órden en que podremos hallar un 
consenso sobre música como lenguaje.

Termino este comentario con una anécdota, que se remonta casi medio siglo: 
Sabido es que la contralto Kathleen Ferrier hizo versiones memorables de la 
2º Sinfonia de Mahler con Bruno Walter. Pues, en los últimos años de su 
carrera, cada vez que le tocaba cantar ese expresivo "Ewig" (eterno), se 
ponía a llorar, porque estaba ya enferma y la emoción le embargaba. O sea, 
vida, muerte, alegria, tristeza, todos estos términos son parte del 
lenguaje musical, y lo son para todos. Por eso aquello de lenguaje 
universal, perfecto para lo trascendental, inútil para lo cotidiano.

John Krakenberger
http://www.geocities.com/krakenberger
Essays on String Pedagogy


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6551">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] MCLista - sobre su funcionamiento]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Celina Lis" [celis@arnet.com.ar]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:44]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Mariví escribió:

 > No tengo intenciones de seguir con el tema, puedes estar seguro.  Aunque
 > no es por haber recibido el eco que esperaba, ya que ninguno de mis
 > planteamientos ha sido considerado ni contestado en forma puntual.  Es por
 > opción personal que no pretendo seguir con este tema.  Dos monólogos no es
 > lo mismo que un diálogo.

Querida Mariví: no contesté antes a tu email por falta de tiempo, pero 
quiero decirte que de ningún modo creo que los que no contestamos no 
estuvimos atentos a tu planteamiento. Estoy 100% de acuerdo contigo, y 
también que en algunas listas Sí existe la posibilidad de que los listeros 
pidan al moderador que "llame a sosiego" a algunos un poquito desaforados...

Por supuesto que en toda lista hay de toda clase de participantes:  una 
gama extensísima pasando desde aquellos para los cuales la lista es vital, 
a los que le es totalmente prescindible. Yo me encuentro entre los 
primeros, y creo que toda lista debería abundar en climas cordiales y 
deseos de cooperación . No está para defender a ultranza posiciones 
intransigentes cuya defensa no aporta nada, sino al contrario, que todos 
los diálogos nos enriquezcan a todos.

Aprecio sobremanera tus participaciones, las de Juan, Manuel, Antonio y 
tantos otros que aportan con sus conocimientos, sus opiniones, su humor, 
sus experiencias...

Un abrazo grande para vos y todos l@s lister@s.
Celina Lis, Tucumán, Argentina


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6550">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Esqueletos copulando]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Enrique Velasco" [bellerofonte27@hotmail.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:44]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
A Alberto Herrero:

Ya que fui yo quien en primera instancia sacó a relucir la desafortunada 
frase de Beecham (a quien, desde luego, Dios no le dio luces para 
comprender la música barroca, a tenor de las tropelías cometidas con 
cuantos oratorios de Handel cayeron en sus manos) y dado que estoy 
absolutamente de acuerdo con su defensa a ultranza del clave (no concibo 
que esa música, incluida la de Bach, se interprete al piano), planteo la 
siguiente cuestión, que espero que alguno de los muchos listeros amantes 
del piano me conteste:

- ¿Por qué ha de considerarse normal que Bach sea interpretado al piano y 
por qué nadie de los que defienden esa 'normalidad' aboga por la 
utilización en el continuo del piano en lugar del clave?

Enrique Velasco


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6552">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Informacion sobre Ravel]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Juan Krakenberger" [kraviol@teleline.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:46]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Hola Delia,

Abre la sig. página de Internet:
http://es.google.yahoo.com/bin/query_es?p=Maurice+Ravel y de ahí tienes más
información de la que podrás manejar.   Buena suerte

John Krakenberger
http://www.geocities.com/krakenberger


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6553">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] La musica barroca practica o espiritu?]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Alberto Cobo" [acbo@wanadoo.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:45:48]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Por lo visto hoy era el cumpleaos de H. von Karajan

Con 19 años,

"Durante cuatro semestres el principiante director también atendió a las 
lecturas y ejercicios de musicología impartidos por Wilhelm Fischer, Guido 
Adler, Egon Wellesz, Rudolf von Ficker and Alfred Orel en la Universidad de 
Viena, y se matriculó en el Instituto para Anglicistas"

http://www.karajan.org/

Saludos,

Alberto Cobo


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6554">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Ni Halffter ni De Pablo: España Cañi!]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Jose Miguel "González" [jmgaguilera@yahoo.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 17:51:40]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
--- Alberto Cobo escribió:

 > Hombre "milikito" componiendo en E.E.U.U. ! Leí hace tiempo
 > una entrevista en la que decía que su frustración era no haber
 > sido pianista, aunque hemos visto a casi toda su familia dar
 > recitales en Televisión :p)

Yo aún recuerdo aquella composición famosa suya: Menos samba y mas trabayá, 
menos samba y más trabayá,... ¿Hay alguien más que la recuerde? ;-)

Saludos.
José Miguel


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6555">
		<ASUNTO><![CDATA[ Mahler: Segunda Sinfonia]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Aaron J  Rabushka" [arabushk@cowtown.net]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 18:14:24]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
¿Cuándo grabó Bruno Walter la 2ª de Mahler con Kathleen Ferrier? ¿Con 
cuáles otros ejecutantes? La única 2ª de Mahler dirigida por Walter que yo 
conozco es la con la New York Philharmonic en cual canta Emilia Cundari y 
Maureen Forrester.

Saludos,

--
Aaron J. Rabushka
arabushk@cowtown.net
http://www.cowtown.net/users/arabushk
--


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6556">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Pasion segun San Mateo]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Enrique Velasco" [bellerofonte27@hotmail.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 18:55:36]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
A Pablo Varela:

No tiene usted nada por lo que perdir disculpas. Todos podemos tener una 
mala información en un momento determinado. Ahora bien, si me permite la 
curiosidad, me gustaría preguntarle por qué The Academy of Ancient Music no 
le desagrada, al contrario de lo que sucede con las demás orquestas 
historicistas. Como bien sabrá, en Inglaterra está muy extendida la 
condición de 'freelancer' entre los intérpretes de música antigua y todos 
(o casi todos, porque puede haber excepciones) tocan con todas (o casi 
todas) las orquestas. ¿Qué es lo que hace tan radicalmente distinta a sus 
oídos a The Academy of Ancient Music de The English Concert, The King's 
Consort, The English Baroque Soloists, The Brandenburg Consort, The Hanover 
Band o The Orchestra of The Age of Enlightenment? Son siempre, básicamente, 
los mismos músicos. Si se me permite la expresión (refrán puramente 
castellano), son los "mismos perros con distintos collares". Esa es la 
grandeza de las orquestas historicistas inglesas: apenas necesitan ensayar, 
porque los músicos se conocen sí y muchas veces ejecutan, aunque con 
distintas orquestas, las mismas obras.

Enrique Velasco


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6557">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Esqueletos copulando]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Xoán M. Carreira" [editor@mundoclasico.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 19:35:52]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
=>-----Mensaje original-----
=>De: Enrique Velasco [mailto:bellerofonte27@hotmail.com]

 >- ¿Por qué ha de considerarse normal que Bach sea interpretado al piano y
 >por qué nadie de los que defienden esa 'normalidad' aboga por la
 >utilización en el continuo del piano en lugar del clave?

Depende de la obra que se toque. Por ejemplo, hacer con clave el 
acompañamiento de La Creación es una barbaridad tan grande como usar el 
piano en el continuo de Bach.

Una curiosidad: en el estreno de La Creación, el pianista fue Salieri.

**************************************
Xoán M. Carreira
editor@mundoclasico.com <mailto:editor@mundoclasico.com>
http://www.mundoclasico.com


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6558">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Ni Halffter ni De Pablo: España Cañi!]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Xoán M. Carreira" [editor@mundoclasico.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 19:49:08]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
=>-----Mensaje original-----
=>De: David L [mailto:david@mundoclasico.com]

 >Pueden añadir a la lista de compositores españoles las siguientes (aunque
 >habrá que esperar):
 >
 >Cristóbal Halffter estrenará un 'Concierto para clarinete' la próxima
 >temporada. ¿Orquesta?. La Nacional de España.

¿Qué se apuestan a que el clarinetista elegido es Adolfo Garcés? Un 
instrumentista cuyas dotes para las relaciones públicas y la captación de 
favores públicos son notablemente superiores a su capacitación técnica.

Si es así, y dirige Halffter, resultará que solista, orquesta y director 
ofrecerán un rango muy semejante de calidad.

Por cierto, escribir para el clarinete concertante plantea ciertos 
problemas armónicos que Cristobal Halffter deberá solventar. Seguiré con 
curiosidad el estreno para ver si me hace cambiar mi bien conocida opinión 
sobre las graves limitaciones técnicas de Halffter en el área de la armonía.

**************************************
Xoán M. Carreira
editor@mundoclasico.com <mailto:editor@mundoclasico.com>
http://www.mundoclasico.com


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6559">
		<ASUNTO><![CDATA[ Miguel de la Fuente]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Enrique Velasco" [bellerofonte27@hotmail.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 19:49:14]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Envío este mensaje en la confianza de que alguien me pueda dar alguna pista 
sobre el paradero de Miguel de la Fuente.

El otro día, leyendo la información que aparecía en la carpetilla de un cd. 
de música barroca para trompeta, descubrí que el director del grupo francés 
que lo interpretaba, 'La Follia', era español y se llamaba Miguel de la 
Fuente. En esa misma información se aseguraba que el grupo se disolvió al 
regresar Miguel de la Fuente de Francia a España.

Por lo que he podido saber, Miguel de la Fuente estudió en la Schola 
Cantorum Basiliensis y formó parte como primer violín (su nombre consta en 
algunas grabaciones hechas para EMI Reflexe) del Linde Consort.

Estamos hablando de finales de los años 70 ó principios de los 80. 
Desconozco cuál ha sido la trayectoria de Miguel de la Fuente desde que 
regresó a España. No he visto su nombre relacionado con nada que se haya 
hecho aquí referido a música antigua (lo cual tampoco es de extrañar, dado 
lo poco que se hace). ¿Me podría alguien facilitar algún dato sobre él?

Agradecido.

Enrique Velasco


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6560">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Esqueletos copulando]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Enrique Velasco" [bellerofonte27@hotmail.com]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 19:49:56]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
A Xoán M. Carreira:

Obviamente me refería a utilizar el piano en el continuo para la música de 
Bach y demás repertorio barroco (no para el repertorio posterior). Si 
entiende que es una barbaridad usar el piano en el continuo para una obra 
de Bach, ¿por qué no cree que sea una barbaridad tocar las Variaciones 
Goldberg al piano?

Enrique Velasco


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6561">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Mahler: Segunda Sinfonia]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Pablo Sanchez Quinteiro [psanquin@lugo.usc.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 20:16:20]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
 >¿Cuándo grabó Bruno Walter la 2ª de Mahler con Kathleen Ferrier?

Según la información de que dispongo Walter nunca grabó con Ferrier la 
segunda sinfonía. Ferrier grabó la segunda en una ocasión, para DECCA en 
1951, pero con la orquesta del Concertgebow dirigida por Klemperer, no por 
Walter. Igual estamos ante una confusión entre ambos directores.

 >¿Con cuáles otros ejecutantes? La única 2ª de Mahler dirigida por Walter
 > que yo conozco es la con la en cual canta Emilia Cundari y
 >Maureen Forrester.

Existe una grabación en NUOVA ERA de un concierto en vivo (16.IX.1948) en 
el que Walter dirige a Maria Cebotari, Rosette Anday y la Wiener 
Philharmoniker.

La versión que comentas fue dirigida a la New York Philharmonic en 
1957-1958 (interrumpida por un infarto en el corazón de Walter) y 
registrada por CBS apareciendo bajo dos etiquetas diferentes:

1) Sony - CBS Masterworks YT 30848 en el que todos los intérpretes 
coinciden pero la orquesta que figura (por error) es la Columbia Symphony 
Orchestra.

2) Reeditada en CD como Sony Classical  SM2K 64447 con los datos 
inicialmente citados.

Saludos,

Pablo Sánchez


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6562">
		<ASUNTO><![CDATA[ La musica como lenguaje]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Federico Soria" [fesoria@cajamar.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 22:07:18]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Acerca de La música como lenguaje, la expresividad de la música, su 
semanticidad  (que todo ello es lo mismo) se han escrito millones de 
páginas, y lo que digamos aquí no debería ignorarlas. Pa mí que la música 
es un lenguaje, expresa algo y tiene un contenido y un cometido semántico. 
Pero hasta ahí llego. Pasar más allá de estas afirmaciones sería meterse a 
musicólogo ( o a musicoloco, como decía A. Liberman). Por eso lanzo unas 
cuantas citas de pensadores de la música , unas a favor y otras en contra, 
y desde ellas poder iniciar (o continuar) con este exuberante tema. Ahí 
van: Federico.

********************************


A semejanza del arte en general, la música posee el carácter enigmático de
que se reviste del hecho de decir algo que se entiende y que, al mismo
tiempo, no se entiende. En materia de arte no se puede establecer jamás de
manera rigurosa qué es lo que el arte expresa, aun cuando, no obstante,
exprese [algo]... La música tiende, al fin y al cabo, a ser un lenguaje
desprovisto de intenciones... La música, carente de todo pensamiento, mero
contexto fenoménico de los sonidos, sería el equivalente acústico del
calidoscopio; Y al contrario: la música como pensamiento absoluto, dejaría
de ser música y se  convertiría impropiamente en lenguaje. (Adorno, T.W.:
"Música y lenguaje", en "Filosofia y simbolismo")
+++
Toda música que no describe nada es sólo ruido. (Alembert, D`) (1717-1783)
+++
No puedo concebir música que no exprese absolutamente nada. (Bartok).
+++
La música es un sistema de comunicación. Entre los que la emiten y los que
la reciben se establece una comunicación singular, en la medida en que los
segundos perciben un orden específico, un sentido, querido por los primeros.
Es un sistema de comunicación no referencial. (Candé, Roland De).
+++
¿Quiere decir algo la música? Mi respuesta es sí. ¿Se puede expresar con
palabras lo que dice la música? Mi respuesta a esto es no. Aquí está la
dificultad.(Copland, Aaron) ("Cómo escuchar la música")
++++
"Un arte no lo dice todo. La obra musical deja tras de sí o a su alrededor
un halo de indeterminación en torno a lo que acaba de aludir, y así puede
seguir realizándose en la imaginación y en el sentimiento del oyente".
(Debussy, C.)
+++
La semanticidad de la música y de las artes en su conjunto, una vez que se
ha admitido la expresividad de todas ellas, es de un orden muy diferente, y
eso se corrobora con hechos como el siguiente: la rápida comprensión del
significado "literal" de una poesía no coincide enteramente con su
comprensión a nivel artístico. (Fubini, E).
+++
El complejo lenguaje de la música no dice nada acerca de nada, y sin embargo
todos -y de un modo u otro, también los más rigurosos formalistas-
concuerdan al reconocer a ésta cierto poder expresivo, aunque sin saber
nunca precisar qué expresa la música ni de qué manera lo hace... Es el
viejísimo problema de la semanticidad de la música. (Fubini, Enrico: "La
estética musical desde la antigüedad hasta el siglo XX", Alianza Editorial,
p.26).
++++
La representación de un sentimiento o afecto determinados no está
comprendida en las posibilidades propias de la música. (Hanslick, Eduard).
++++
  Niego la posibilidad de representación musical de los sentimientos, y
rechazo más aún la opinión de que ella pueda constituirse en  principio
estético de la música. (Hanslick, E.  "De lo bello en musica")
++++
Buena música es para mí como el milagro de Pentecostés. Me habla en varias
lenguas y yo las entiendo todas. Esto es un don, una gracia, y la gracia no
puede ser explicada por los mortales. (Knappertsbusch, H.) (Ritmo, nº 455,
oct.75).
++++
  Me siento tan infinitamente bien, que sólo podría expresarlo con música.
(Nietzsche, F. ante la pregunta de un médico sobre su salud) .
+++
  La música tiene una gran ventaja: sin mencionar nada, puede decirlo todo.
(Ehrenburg, Ilya, después de oír la Octava Sinfonía de Shostakovich).
++++
Yo considero la música, en su esencia, impotente para expresar lo que sea:
un sentimiento, una actitud, un estado psicológico, un fenómeno de la
naturaleza, etc. La expresión no ha sido nunca la propiedad inmanente de la
música. Su razón de ser no está de ningún modo condicionada por aquella. Si,
como casi siempre acontece, la música parece expresar algo, esto no es más
que una ilusión y no una realidad. Es simplemente un elemento adicional que,
en virtud de una convención tácita o inveterada, nosotros le hemos prestado,
le hemos impuesto como una etiqueta; en suma, un traje que, por hábito o por
inconsciencia, acostumbramos a confundir con su esencia. (Stravinsky)
("Crónicas de mi vida")
++++
  El lenguaje de la música no acepta traducción; es en sí mismo neutro,
abstraido de toda "humanidad": se "expresa" a través de nosotros, tolera que
rocemos su aspecto más físico y menos importante -el sonido- pero rechaza
toda interpretación... (Soler, Josep) ("14 compositores  españoles de hoy")
++++
  La música tiene su semanticidad sin determinar, pero se trata de una
indeterminación que no equivale a una falta de significación, sino a una
polivalencia [de significados]. (Vlad, Roman) ("Modernidad y tradición en la
música contemporánea", 1955) (Citado por E. Fubini)
++++
No podemos hablar de música en sentido estricto hasta que el sonido
engendrado por los más diversos medios está sometido a unos principios o
convenciones que le otorgan sentido y significación... Música es, por tanto,
una ordenación de sonidos dotada de carga significativa.  Ahora bién,
admitiendo esto, podemos hallarnos ante ciertas manifestaciones como por
ejemplo un toque de trompeta militar, que serían música....Pero si nos
preguntáramos si eso es arte, responderíamos que no... Es preciso, pues,
distinguir entre "música" y "arte musical". (Valls Gorina, Manuel) ("Para
entender la música")
++++
  Lo que la música expresa es eterno, infinito, ideal. Es un lenguaje nuevo,
capaz de expresar lo ilimitado con una precisión incomparable (Wagner,
Richard)
+++
  Toda la música debe decir algo, pero no es indispensable saber qué.
(Willems, E.)
+++
*********************************
         Bueno, con ésto podríamos alargar el debate hasta el infinito.  Y me
parece que iba siendo hora, pues no recuerdo un debate sobre estos temas en
la historia de la lista. A ver si nos dedicamos por fin a la música en
estado puro.

         Federico.


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6563">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Furtwängler]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Marianela Santurio [santurio@optonline.net]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 22:15:26]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Gracias Antonio, de nuevo por tus palabras.

A raiz de tu frase; tenemos una profesion que exige mucho de nostoros, pero 
tambien nos da muchas posibilidades de dar y compartir...

PROPONGO

Una mencion honorifica a los conjugues, parejas, maridos etc. de todos los 
listeros que esten envuelto en alguna forma en la musica. Toleran: y ya 
casi llegan a amar nuestros instrumentos,(aunque ocupen toda una 
habitacion) ,nuestros armarios llenos de papelitos con dibujitos, 
(partituras) las horas encerrados estudiando, escuchando o enseñanado 
musica. Aceptan (en mi caso por lo menos) las desveladas 
memorizando,nuestras muy queridas 'depres', la eterna busqueda por la 'obra 
que nunca aparece', las visitas de los colegas probando programas, las 
columnas de CDs,......... Creo que en vista a esto y mucho mas, se les 
podia dar algun dia especial, con o sin merienda, en fin RECONOCIMIENTO Y 
AGRADECIMIENTO.

Que os parece? Oh, y las madres. Las madres, que van y vienen a los 
conservatorios, compran partituras, devuelven partituras, fotocopian 
partituras, rellenan formularios,aprenden a solfear (no siempre 
favorablemente, eh) tararean, memorizan, limpian mocos cuando no va bien la 
cosa, esconden bocadillos en los bolsos, en fin, tambien algo para las 
madres y los padres que van conduciendo a la escuela de musica, Y MAS, los 
padres que se apuntan a clase con los hijos para ayudarlos y darles animo. 
Un diaespecial, una mencion en la lista, un pensamiento unido de parte de 
todos nosotros, que en alguna de estas categorias tendremos a alguien 
conocido  si no nosotros mismos.

Vale?

Marianela


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6564">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Mahler: Segunda Sinfonia]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ "Juan Krakenberger" [kraviol@teleline.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 22:19:16]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Hola expertos en grabaciones: No me referí necesariamente a grabaciones 
pero sé positivamente que la Ferrier y Walter la tocaron junto en concierto 
varias veces.  Ignoro si se hizo una grabación. Lamento el malentendido.

John Krakenberger
http://www.geocities.com/krakenberger
Essays on String Pedagogy


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6565">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] MClista - sobre su funcionamiento]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Manuel Buendía [MBUENDIA@terra.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 22:49:42]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
Mariví escribió:

 > No tengo intenciones de seguir con el tema, puedes estar seguro.
 > Aunque no es por haber recibido el eco que esperaba, ya que ninguno
 > de mis planteamientos ha sido considerado ni contestado en forma puntual.

Querida Mariví, tu intervención me pareció tremendamente oportuna, 
tremendamente franca, tremendamente elegante. Ante todo ello, no puedo más 
que respetar enormemente tu postura. Yo expuse mis ideas y terminé diciendo 
algo así como: "no obstante, no me parecen mal las sugerencias de Mariví". 
Quizás fue una contestación demasiado fría a tu pasión, quizás demasiado 
pusilánime, pero realmente no sentía que mi implicación fuera algo importante.

Pero vaya he aquí mis ideas sobre las sugerencias:

 > Pero... en aras de esa misma transparencia, cuando tienes que rechazar un
 > mensaje ¿no sería aconsejable que se enviara un aviso a los
 > listeros?  Tampoco debe pasar tan seguido ¿verdad?  Pues a ver qué te
 > parecería una circular (fácil de hacer, bien "standard", nada que te
 > implique tiempo de redacción ni nada de eso) pero que nos ponga al tanto
 > de que un mensaje de fulano de tal con fecha tal y referido al asunto tal
 > ha sido devuelto a su remitente por haber sido considerado ofensivo (o 
por la
 > causa que sea)

¿Para qué echar más leña al fuego?. Yo envio un correo a PepeJuan y David 
me lo devuelve diciendo: "hombre, te has pasado un poco con los 
calificativos". Pues yo, o bien lo vuelvo a enviar ahorrando calificativos 
o bien paso y MClista se pierde mi caliente intervención. ¿Es eso grave?. 
Si David envía un correo a la lista: "MBuendía ha enviado un correo a 
Mclista sobre tal tema y se lo he devuelto". Pues yo quedo fatal, y si hay 
alguien que está debatiendo especialmente conmigo, pues se puede poner como 
uno moto pensando lo que yo puedo haber dicho de él.

 > «.  También puede que se comience con un tema y luego --en el
 > correr del debate a lo largo de los días-- la cosa "pasa a mayores".  Pues
 > quizás MC pudiera tomar la decisión de no seguir distribuyendo cierto
 > material pero respetando a los listeros, comunica públicamente su decisión
 > y las razones; y si hay una advertencia pública ANTES de que esa decisión
 > se tome, mejor aún.

Me parece una idea formidable. De hecho hay por ahí colgando un debate que 
está superando el debate para convertirse un poco en polémica personal.

 > Yo qué sé... creo que tenemos derecho a saber también si el tal fulano
 > aparece en la lista como un tipo tan amable porque en realidad lo es o
 > porque tú lo filtras hasta que se muestra así.  ¡Imagínate qué
 > despropósito es conocer gente cuyos "estilos personales" se tamizan
 > sin que lo sepamos siquiera!

Me dejas con la misma sensación que cuando empiezas el párrafo: "Yo qué 
sé..." ¿Merece la pena ahondar tanto en saber como somos?. A mí me parece 
bien como lo hace ahora el moderador. Pero si se acepta esta propuesta, 
pues lo acepto también encantado (Pero sin caracter retroactivo, por favor ;-)

Saludos
´Manuel


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
	<ITEM NO="6566">
		<ASUNTO><![CDATA[ Re: [MCLista] Ni Halffter ni De Pablo: España Cañi!]]></ASUNTO>
		<REMITE><![CDATA[ Manuel Buendía [MBUENDIA@terra.es]]]></REMITE>
		<FECHA><![CDATA[04/05/2001 22:49:44]]></FECHA>
		<TEXTO><![CDATA[
¿No os ponéis demasiado cínicos con alguien que no os ha hecho nada?

Yo envidio (sanamente) a alguien que haya podido ganar dinero como para 
poder hacer lo que más le guste, y resulta que lo que le gusta además es 
irse a EEUU a estudiar composición. ¿No es lo que quisiérais hacer muchos? 
¿Qué es lo que ofende de él? ¿Que haya podido? Aunque pienso que hay algo 
que todavía podría doler más: Que lo haga bien. ¿por qué somos así?.

!Adiós Don Pepito, Adiós Don José!


.

]]></TEXTO>
	</ITEM>
</MENSAJES>
