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Lais da Bretanha galego-portugueses

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Neste disco Manseliña apresenta cinco lais anónimos enlaçados às cantigas medievais de Afonso o Sábio, Estevão da Guarda, Gonçalo Anes do Vinhal e Dom Dinis.

De Paz Armesto a Concepcion Planton. Mais mulheres na música galega

Estátua de Rosa Malvido com guitarra no Paço de Rua Nova © 2023 by Carlos Rey Cebral
Concepcion Planton Meilan era já uma senhora de muita idade quando falamos com ela, pouco tempo depois ficou viúva.Nesta última etapa da sua atividade artística dedica-se à composição de música para guitarra, deixando perto de vinte obras publicadas.

A música para guitarra no Arquivo Canuto Berea (4)

Anúncio de discos com música galega em 1905 © 2023 by Isabel Rei Samartim
Entre os anos de 1877 e 1880, Miguel Alonso adquire numerosas guitarras e bandurras.Cada um dos tipos define uma qualidade do instrumento que vai desde o mais básico até ao mais refinado.Esta variedade na oferta implica uma também variada e exigente demanda guitarrística na cidade de Vigo.

A música para guitarra no Arquivo Canuto Berea (2)

Blas Infante com a filha María Ángeles © 2023 by Blog Universo Andalucista
As diferenças entre os documentos e o relato dominante na música espanhola precisam de análise demorada e abrangente da qual agora apontaremos alguns aspetos ligados à Galiza.Machado Álvarez tinha anunciado em 1881 a relação entre a música popular galega e a dos ciganos da Andaluzia, no seu trabalho auroral sobre o cante flamenco, como ele o denominou: a "Colección de cantes flamencos".

Uma querela historiográfica

José María Varela Silvari © Dominio público / La Alhambra
A Galeria biográfica de José Maria Varela Silvari provocou um furioso debate público que derivou em inimizades vitais, mas ao mesmo tempo impulsou o avanço dos estudos musicológicos galegos deixando, tanto nos livros quanto na imprensa, informações relevantes sobre intérpretes dos primeiros anos do século XIX, servindo como memória cultural e semente dos atuais estudos sobre a guitarra na Galiza.

Naya, guitarrista do Ferrol

Retrato de Manuel Murguia realizado pelo filho Ovidio © Dominio Público
A investigação histórica toma com frequência caminhos inexplicáveis, leva a lugares inesperados e obriga a conclusões surpreendentes.Os dados que recolhi em torno do guitarrista Naya levam a poucas conclusões e indicam que mesmo os intelectuais da segunda metade do século XIX desconheciam grande parte do acontecido musicalmente cinquenta anos atrás

Os Cantos populares de Manuel Manrique de Lara (3) A Análise

Manuel Manrique de Lara © Dominio público / José Luís do Pico Orjais
Uma das grandes surpresas que levei ao ler o manuscrito de Manrique de Lara foi a de encontrar uma versão da conhecidíssima O quer que lhe quer.Esta canção virou-se muito popular trás a recriação que Mauricio Farto Parra (1867-1947) fiz para o coro Cántigas da Terra nos anos 20 do passado século.

Os Cantos populares de Manuel Manrique de Lara (2) Texto e contexto

Manuel Manrique de Lara © Dominio público / José Luís do Pico Orjais
Os Cantos populares de Manrique de Lara são anteriores à publicação em Madrid de "Cantos y bailes de Galicia" (1888) de Inzenga, .É certo que Inzenga já publicara em 1875 os "Ecos de España" e mesmo em jornais diários alguma das partituras que depois incluiria no seu cancioneiro, mas antes de 1888 os referentes bibliográficos são outros.

O misterioso guitarrista Francisco Baltar

A farmácia dos Baltar em Padrão © by Mundiario.com
A barcarola El Canto del Marino anunciou-se à venda em 16 de março de 1842 (Boletín Bibliográfico Español y Estrangero, 1842, p.91).Vendia-se no armazém de Carrafa junto com outras onze peças para voz e guitarra ou piano, recolhidas no que devia ser um belo livro de pequenas dimensões, intitulado Álbum Lírico ó Coleccion de doce canciones jocosas y sérias con acompañamiento de piano ó guitarra, compuestas por varios profesores.

Henrique Lens Viera e a guitarra

Enrique Lens Viera en Lincoln hacia 1920 © Dominio Público / Mundoclasico.com
Henrique Lens Viera, pianista e compositor galego, enquanto morou na Galiza não foi alheio ao impulso que a guitarra e as orquestras de plectro experimentaram no último terço do século XIX e primeiro do XX.
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