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O exímio guitarrista naviego Amador Campos (1894-1966) (2) no após-guerra

Retrato de Amador Campos, 1963, por artista desconhecido © 2022 by Arquivo familiar
Estes apontamentos sobre o naviego Amador Campos fornecem também elementos para entender o que aconteceu com o repertório galego para guitarra na primeira metade do século XX.Não vemos no seu programa obras de autores galegos, e sim uma influência grande dos guitarristas doutras partes da península.

O exímio guitarrista naviego Amador Campos (1894-1962) (1)

Cartaz de tournée de Amador Campos.  © by Fonte: Documentos da família.
O elevado número de referências na hemeroteca aos seus concertos e a quantidade de informações do arquivo familiar oferecem um panorama próprio dum guitarrista profissional.

Dous novos cadernos galegos de música para guitarra

Capa da canção napolitana Pozzo fa 'o prevete? de Javier Pintos Fonseca © 2022 by Fundo Pintos Fonseca, Museu da Ponte Vedra
Todas as peças fazem parte dos fundos galegos de música para guitarra e contêm dedilhação revisada, notas de edição e uma explicação, em três línguas, da origem de cada uma das peças e seus autores.

O médico guitarrista Luís Eugénio Santos Sequeiros (1909-2012)

Luís Eugénio Santos Sequeiros © 1930 by Emílio Fernandez Rodal
Luís Eugénio Santos Sequeiros era assíduo dos concertos de todo o tipo, a sua educação musical aprendida já desde a infância levava-o tanto a desfrutar dos eventos programados quanto a participar neles como regente e intérprete do quarteto de plectro.

O fundo guitarrístico de Pintos Fonseca (1). A Filarmónica da Ponte Vedra

Escudo dos Fonseca na Casa de Samieira © 2021 by Isabel Rei Samartim
O último dia do ano 1924 a Sociedade Filarmónica da Ponte Vedra anunciava o primeiro concerto na Galiza de Andrés Segovia.Na quarta-feira, 31 de dezembro teria lugar um programa dividido em três partes: Na primeira incluíam-se uma Sonata de Carulli, umas Variações de Sors, um Estudo de Tàrrega e uma Canção popular mexicana de Ponce, dedicada a Andrés Segovia.

O compositor, guitarrista e barbeiro ourensano Ramón Gutiérrez Parada (1874-1945)

Ramón Gutiérrez Parada (Ourense, 1874-1945) © 2021 by Isabel Rei Samartim
Ramón Gutiérrez Parada foi um dos compositores a participar do movimento de criação de música galega no primeiro terço do século XX.Travou amizade com a Federazione Mandolinistica Italiana, a cujos concursos de composição enviou várias obras.

O Biedermeier galego. Pleito por uma guitarra

Capa do Pleito Ozores-Baradat. Arquivo do Reino da Galiza. Corunha. © 2021 by Isabel Rei Samartim
No caso da Galiza, o nosso período Biedermeier, ou montenegrino, seria o decorrido entre o final da Guerra do Francês (1814) e o levantamento de Solis (1846), em que aconteceram várias guerras carlistas, a sucessão da monarquia e as revoltas populares contra o novo Estado desde a sua primeira Constituição em 1812.
España - Madrid
02/11/2019

El elixir de amor en el Teatro Real: entre la ira de Riccardo Muti y el sarcasmo de Groucho Marx

Juan Francisco Gatell y Brenda Rae © 2019 by Javier del Real
El espectáculo no me gustó en lo absoluto;claro que yo estaba en desventaja, pues el telón se mantuvo alzado toda la función y desde mi localidad se podían ver con detalle todas las majaderías que se le ocurrieron a Michieletto y su escenógrafo, Paolo Fantin.
Reino Unido
12/06/2014

Sonrisas y lágrimas

Millenium Centre, Opera Nacional de Gales (WNO).Nabucco, dramma lirico en cuatro partes con libreto de Temistocle Solera y música de Giuseppe Verdi.Regisseur: Rudolf Frey.Escénografo: Ben Baur.Vestuarios: Silke Willrett y Marc Weeger.

Ramón Carnicer o la pervivencia del italianismo en la ópera española del siglo XIX

Modern historiography was the product of nationalism,and modern nationalism was crucially supportedby modern historiographyRichard Taruskin[N|1]Señala Casares Rodicio, que el problema de la ópera española en el siglo XIX “se debe a dos hechos fundamentales: la dominación italiana y el deseo de hacer algo autóctono, sin demasiadas concesiones a lo popular y lo pintoresco.”[N|2]Dicho problema, añade, "era el gran tema de discusión del XIX” y lo adereza con una cita de Peña y Goñi: “¿Existe la ópera española?
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