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Os Cantos populares de Manuel Manrique de Lara (3) A Análise

Manuel Manrique de Lara © Dominio público / José Luís do Pico Orjais
Uma das grandes surpresas que levei ao ler o manuscrito de Manrique de Lara foi a de encontrar uma versão da conhecidíssima O quer que lhe quer.Esta canção virou-se muito popular trás a recriação que Mauricio Farto Parra (1867-1947) fiz para o coro Cántigas da Terra nos anos 20 do passado século.

Os Cantos populares de Manuel Manrique de Lara (2) Texto e contexto

Manuel Manrique de Lara © Dominio público / José Luís do Pico Orjais
Os Cantos populares de Manrique de Lara são anteriores à publicação em Madrid de "Cantos y bailes de Galicia" (1888) de Inzenga, .É certo que Inzenga já publicara em 1875 os "Ecos de España" e mesmo em jornais diários alguma das partituras que depois incluiria no seu cancioneiro, mas antes de 1888 os referentes bibliográficos são outros.

O fundo guitarrístico de Jesus Ínsua Yanes (1)

6 piezas de José Costa con dedicatoria a Gómez Parreño © 2022 by Isabel Rei Samartim
As partituras conservadas por Margarita Ínsua Cal, filha de Jesus Ínsua Yanes, foram publicadas na Espanha, França, Itália e Inglaterra.O fundo está formado por 19 obras, sendo que 16 têm uma numeração moderna e 3 delas estão sem numerar.

A coleção do Fundo Adalid. O Álbum para guitarra

Fernando de Torres Adalid (Lluís Ferrant Llausàs, 1852) © 2015 by Carolina Queipo
As partituras originais teriam sido reunidas ao longo do tempo, entre o final do século XVIII e boa parte do XIX.Finalmente, para as salvar do deterioro teriam sido copiadas no Álbum durante as décadas centrais do século XIX, tendo possivelmente servido como instrução de guitarra a várias gerações dos Torres Adalid.

A coleção do fundo Adalid. A guitarra na música de câmara

Retrato de Marcial Torres Adalid com 10 anos (ca. 1826) © 2015 by Carolina Queipo
Há aqui um grande trabalho por fazer na recuperação desta música de câmara com guitarra, que soou na Corunha no início do século XIX e que hoje ajuda a ilustrar o ambiente guitarrístico galego não unicamente da perspectiva do instrumento solista, ou popular, mas também do intenso cultivo camerístico por parte da burguesia galega.

Caderno do Francês: amor em tempos de guerra para guitarra (1)

Capa do Caderno do Francês. © 2022 by Museu da Ponte Vedra / Isabel Rei Samartim
O autor do "Caderno do francés" poderia ser um guitarrista da época napoleónica, talvez ligado ao mundo militar e/ou político que juntou as suas partituras com o propósito de as ordenar.As obras estão copiadas por várias mãos, em papeis com diferentes tamanhos, texturas e tintas.

Dous novos cadernos galegos de música para guitarra

Capa da canção napolitana Pozzo fa 'o prevete? de Javier Pintos Fonseca © 2022 by Fundo Pintos Fonseca, Museu da Ponte Vedra
Todas as peças fazem parte dos fundos galegos de música para guitarra e contêm dedilhação revisada, notas de edição e uma explicação, em três línguas, da origem de cada uma das peças e seus autores.

Cadernos de guitarra

Cadernos de guitarra © 2022 by Viso Editorial
Ambos cuadernos incluyen sendos estudios introductorios de Isabel Rei Samartín en portugués, español e inglés, con la discusión de fuentes y autorías, criterios editoriales y referencias bibliográficas.

Fundos galegos de música para guitarra (1)

Álbum de Fernando Torres Adalid, p. 71 © 2021 by Isabel Rei Samartim
Enceto com o presente uma série de artigos sobre a música para guitarra na Galiza, que aborda aspetos musicais, históricos, sociais, organológicos, iconográficos, educativos e estilísticos em volta do uso desse cordofone, e outros membros da família, em terras galegas desde Revolução Francesa até a Grande Guerra.

Antes de "Iberia": de Masarnau a Albéniz

El Noveno Simposium Internacional de Música de Tecla Española “Diego Fernández” tuvo lugar en Garrucha, Almería, del 9 al 12 de Octubre de 2008.En esta edición FIMTE se centró en la música española para piano del siglo XIX, tratando los compositores, obras, y caracteres estilísticos que precedieron a la gran obra del piano español, la Iberia de Isaac Albéniz (1860-1909).
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