Vox nostra resonat

81 artículos en esta sección

A coleção do Fundo Adalid. O Álbum para guitarra

Fernando de Torres Adalid (Lluís Ferrant Llausàs, 1852) © 2015 by Carolina Queipo
As partituras originais teriam sido reunidas ao longo do tempo, entre o final do século XVIII e boa parte do XIX.Finalmente, para as salvar do deterioro teriam sido copiadas no Álbum durante as décadas centrais do século XIX, tendo possivelmente servido como instrução de guitarra a várias gerações dos Torres Adalid.

A coleção do fundo Adalid. A guitarra na música de câmara

Retrato de Marcial Torres Adalid com 10 anos (ca. 1826) © 2015 by Carolina Queipo
Há aqui um grande trabalho por fazer na recuperação desta música de câmara com guitarra, que soou na Corunha no início do século XIX e que hoje ajuda a ilustrar o ambiente guitarrístico galego não unicamente da perspectiva do instrumento solista, ou popular, mas também do intenso cultivo camerístico por parte da burguesia galega.

Caderno do Francês: amor em tempos de guerra para guitarra (2)

Capa do Caderno do Francês. © 2022 by Museu da Ponte Vedra / Isabel Rei Samartim
A Sonata escrita para guitarra de seis cordas, sem indicação de autor, é a obra de mais peso de todo caderno.Esta sonata estende-se por várias páginas e desenvolve-se na escritura chamada 'violinística' típica da época, que caracteriza a composição para guitarra.

Caderno do Francês: amor em tempos de guerra para guitarra (1)

Capa do Caderno do Francês. © 2022 by Museu da Ponte Vedra / Isabel Rei Samartim
O autor do "Caderno do francés" poderia ser um guitarrista da época napoleónica, talvez ligado ao mundo militar e/ou político que juntou as suas partituras com o propósito de as ordenar.As obras estão copiadas por várias mãos, em papeis com diferentes tamanhos, texturas e tintas.

O exímio guitarrista naviego Amador Campos (1894-1966) (2) no após-guerra

Retrato de Amador Campos, 1963, por artista desconhecido © 2022 by Arquivo familiar
Estes apontamentos sobre o naviego Amador Campos fornecem também elementos para entender o que aconteceu com o repertório galego para guitarra na primeira metade do século XX.Não vemos no seu programa obras de autores galegos, e sim uma influência grande dos guitarristas doutras partes da península.

O exímio guitarrista naviego Amador Campos (1894-1962) (1)

Cartaz de tournée de Amador Campos.  © by Fonte: Documentos da família.
O elevado número de referências na hemeroteca aos seus concertos e a quantidade de informações do arquivo familiar oferecem um panorama próprio dum guitarrista profissional.

Dous novos cadernos galegos de música para guitarra

Capa da canção napolitana Pozzo fa 'o prevete? de Javier Pintos Fonseca © 2022 by Fundo Pintos Fonseca, Museu da Ponte Vedra
Todas as peças fazem parte dos fundos galegos de música para guitarra e contêm dedilhação revisada, notas de edição e uma explicação, em três línguas, da origem de cada uma das peças e seus autores.

O médico guitarrista Luís Eugénio Santos Sequeiros (1909-2012)

Luís Eugénio Santos Sequeiros © 1930 by Emílio Fernandez Rodal
Luís Eugénio Santos Sequeiros era assíduo dos concertos de todo o tipo, a sua educação musical aprendida já desde a infância levava-o tanto a desfrutar dos eventos programados quanto a participar neles como regente e intérprete do quarteto de plectro.

O guitarrista troiano Júlio Mirelis Garcia (ca. 1860-1933)

Método completo de guitarra de Julio Mirelis © 2022 by Isabel Rei Samartim / BNE
O Método completo de guitarra (1892) de Júlio Mirelis é o primeiro método para guitarra documentado e publicado na Galiza.Para a história da guitarra galega significa, por um lado, a evolução dos métodos ou anotações didáticas anteriores, que eram manuscritas, e por outro lado, a evidência do uso popular do instrumento refletida em papel impresso.

O virtuoso bandolinista viguês José Mourinho Vilas (1891-1978)

Orquestra de José Mourinho, ca 1920. © by My Heritage
A evolução e intensidade da corda dedilhada em Vigo reflete-se nos múltiplos agrupamentos que existiram na cidade.A implicação da burguesia era um dos motores fundamentais, que rivalizava com a intensa e extensa atividade popular em torno dos cordofones dedilhados.
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